Última atualização: 17/01/2026.
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“Ela é amor
E eu acredito nela quando ela fala
Amor
[...]
Você está em todos os meus pensamentos de paixão”

☆She is Love, Oasis☆


Por Noel Gallagher


Ela passou tanto tempo sem namorar ninguém que mal sabia como era. Continuou frequentando lugares agitados na esperança de encontrar um amor. Um cara que preencheu o vazio absurdo que se instalou dentro de seu coração desde a sua última experiência decepcionante, há alguns anos. Hoje ela está mais madura, tinha acabado de completar 25 anos. Seu nome é Brian. Ela mora na cidade de Londres, capital inglesa. Na verdade, era nascida em Manchester e tinha sido criada em Londres desde os três anos de idade.
Nem sempre estava com espírito de sair com os amigos, mas hoje eles insistiram muito para irem à cidade onde eu e minha banda iríamos tocar. Bom, meu nome é Noel Thomas David Gallagher, mas podem me chamar de Noel. Sou guitarrista de uma banda de rock britânica chamada Oasis. Meu irmão, Liam, é o vocalista e um metido…
Enfim chegou a grande noite.
A noite que mudaria minha vida para sempre. Eu ainda não sabia, mas dentro de alguns minutos eu me esbarraria no grande amor da minha vida. Eu, mais uma vez, havia discutido com meu querido e mimado irmão. Estava agitado, irritado e distraído. Fui ao bar pegar umas cervejas para todos da banda, na volta acabei me esbarrando em uma moça. Uma linda moça. A bebida dos copos foi parar toda em seu casaco, deixando-a encharcada de cerveja e furiosa.

— Droga! – Ela disse meio irritada, tentando, em vão, secar-se. Eu apenas olhava para ela por trás dos meus óculos escuros. Sim, eu estava de óculos escuros dentro de uma boate.
— Desculpa! Posso ajudar em alguma coisa? – Ofereci minha ajuda. Ela ainda tentava secar as roupas e fazia uma cara de repulsa.
— Não sei. Ah, que horror! Estou fedendo à cerveja! – Reclamou indignada. Eu sorri e tirei os óculos para vê-la melhor.
— Mais uma vez me desculpa. Eu não te vi.
— Claro! Com esses óculos escuros dentro de uma boate! Era de se esperar...
— Engraçadinha você... bem, eu voltarei para o bar para pegar outras cervejas. Quer uma? – Perguntei ironicamente e fiz uma careta.
— Não, obrigada. Mas, eu odeio cerveja. Acho que percebeu, né? – Ela disse e retribuiu sorrindo. Aliás, um lindo sorriso.
— Percebi sim... bem, de qualquer forma me sinto em dívida contigo. – Fui gentil com ela. Toda aquela raiva que eu estava sentindo antes, por causa do Liam, desapareceu. Percebi que ela gostou da gentileza. Ela dispunha da mesma educação. – Você está toda molhada e, no frio que faz aqui, pode se resfriar.
— Tens razão, mas eu só trouxe este casaco.
— Tome... vista o meu. – Eu disse, retirando o meu longo casaco marrom e dando para ela.
— Não precisa. Sério! Eu peço a um de meus amigos. – A vermelhidão em seu rosto era visível.
— Faço questão! – Sorri e estendi o casaco novamente.
— Ok. Muito obrigada! Hoje ainda te devolvo, ok? Depois do show que vai ter. – Ela rendeu-se, finalmente.
— Ok... – Ela já subia as escadas quando eu a segurei pelo braço. – Espera! Não me disse seu nome.
— Nem você. – Rebateu sorrindo de imediato.
— Diga-me primeiro.
. Brian. – Estendeu a mão para me cumprimentar.
— Prazer, ! Chamo-me Noel. Noel Gallagher! – Fiz o mesmo. Ela fez uma cara de quem já tinha ouvido falar de mim.
— Bem, deixe-me ir. Até mais, Noel.

Despediu-se de mim e subiu as escadas de acesso à parte de cima da boate, onde ficam os camarotes. Seus amigos a esperavam com cara de “Hum... arrumou um paquera!”. Paquera? Não é para tanto... é?

— Caramba, ! – , então é esse seu apelido... – Tu sabes em quem você esbarrou?
— Não acredito que vocês estavam me espionando! Isso é feio, sabiam? – Perguntou, indignada com a invasão de privacidade dos amigos. – Em quem? John Lennon? – Prefiro o Paul...
— Não, sua tonta! Ele é o Noel Gallagher!!!! – Disse sua amiga super animada.
— Como você sabe o nome dele, Ave? – Ave era o apelido de sua melhor amiga. Na verdade, seu nome é Avery.
— Porque sou fã dele, ué! – Aleluia! Alguém que me conhece!
— Fã? Como assim fã?
— Ele é o Noel Gallagher, guitarrista do Oasis! – Sou eu! fez uma cara de interrogação. – Da banda que vai tocar hoje, demente! – “Demente” HAHAHAHAHAHAHAHA.
— AAAAHHHH! Sei quem é! – A ficha dela caiu, após alguns segundos. – Putz... guitarrista do Oasis? Aquele cara que eu esbarrei?
— Quer que eu desenhe? – Perguntou impaciente.
— Não!
— Cara... – ao perceber o casaco que vestia. – Você está com o casaco do Liam! Me dá! – A amiga dela ficou louca quando viu o casaco que usava. Sim, o casaco é do meu irmão. Aliás, nós discutimos porque eu peguei o casaco dele sem autorização. Enfim...
— Sai daqui! Esse casaco é do Noel. Tenho que devolver a ele.
— Ah, ! Tu achas que eu não vou reconhecer o casaco do meu Liam! Ah, tá... – “meu Liam”? É.... meu irmão está popular.
— Hum... Ok, o casaco pode até ser do Liam, mas era o Noel quem o vestia. Tenho que devolver para ele.
— Cara, o Noel Gallagher deu o casaco para ti, foi super gentil, ele estava SORRINDO para você... tu sabes o quão raro isso é? – É tão raro assim? Nossa, meus fãs devem achar que eu sou um cara chato e carrancudo. É a mesma opinião do Liam...
— Ele foi gentil porque derrubou toda cerveja em mim. Só isso!
— Ah, tá.... Ele gostou de você! – Gostei? É, eu gostei!
— Você só pode estar maluca, Avery? Que ideia, o Noel não está apaixonado por mim. Para de maluquice! – Apaixonado, ainda não. Encantado, com toda certeza.
— Para, ! Dá uma chance para o Noel. Diz que vai dar uma chance para ele, amiga? Por favor?! Ele é lindo e um cavalheiro. Dá uma chance para você ser feliz, sua besta!
— Hell! Stop! Ele não está afim de mim...
— Ah, ....
— “Ah, ” porra nenhuma! Enough!

Elas ficaram discutindo esse assunto por mais alguns minutos até o momento em que eu e minha banda subimos ao palco. Do palco, pude ver que observava o show com muita atenção: pela sua cara, ela estava gostando muito do som. Ave observava o meu irmão e sua maneira peculiar de cantar. Posso estar ficando louco, mas eu percebi nela certo amor ou admiração pelo Liam. Enfim...
Após o show, chamei meu irmão para fazer uma visita ao camarote onde e seus amigos estavam: ele não quis ir. Insuportável!

— Olá! Boa noite, pessoal! – Eu disse ao chegar lá.
— Boa noite, Noel! Ahhh, sou sua fã!! – Ave foi a primeira a me ver e logo me abraçando.
— Opa! Olá! ... Oi, , a moça que odeia cerveja! – Disse ironizando-a. Ela sorriu.
— Oi, Noel! ... toma seu casaco. – Disse, devolvendo-me o casaco.
— Não precisa devolver agora, linda! Ao fim da noite você me devolve, pode ser?
— Ok, mas é que... – ia falar, porém sua amiga a interrompeu. a olhou furiosa.
— Ok, ! Que tal um drink para aquecer o coração gélido da minha amiga , hein, Noel?
— Avery! Não...
— Claro! – Agora fui eu quem a interrompeu. O seu olhar de morte direcionou-se para mim no mesmo instante. – Seria ótimo tomar um drink com vocês... e com você principalmente, . Posso te chamar assim, né?
— Pode Noel... pode! – Sua expressão mudou. Ela passou de irritada para envergonhada em poucos segundos.
— Olá! Boa noite!
— LIAM! AAAAHHH! – Liam apareceu lá e foi logo abduzido pela Ave que o agarrou pela nuca. – Ah Liam, que bom abraçar você! *-*
— Olá, querida! Como vai? – O safado foi logo cheirando o cangote dela. – Hum... cheirosa! – Ela derreteu-se toda.
— Liam, você disse que não viria, por que está aqui? – Perguntei-lhe.
— Meu irmão, eu mudei de ideia. Não posso mais? – Respondeu e terminou de abraçar a Avery. – Vim buscar meu casaco. Devolve, honey? – Concluiu, olhando para que foi logo tirando o casaco.
— Liam! – O repreendi.
— Ah, toma o seu casaco, Liam... obrigada! – Disse , entregando o casaco para ele. Ela estava tremendo de frio e meio sem graça.
— Disponha, linda! – Disse Liam, piscando para ela e soltando um beijinho.
— Liam! Devolve o casaco para ela. Não está vendo que ela está com frio? Imbecil!
— Ah, não precisa, Noel... estou bem.
— Não, , precisa sim... Devolve Liam!
— Mas eu vou usar Noel!
— Devolve!
— O casaco é meu, Noel. Não seja mandão ora!
— Devolve essa droga de casaco agora William!
— Não me chama de William! Damn! – Ele odeia ser chamado assim... Foda-se!
— Gente! Não briguem! – tentou resolver, sem sucesso.
— Devolve o casaco. Liam! Não seja mimado!
— Ok! Vou devolver porque é para ela e está muito frio. E não porque você mandou. Você não manda em mim, Noel!
— Ok! Ok! Por favor, não briguem! – Ave apartou nossa briga e segurou o braço do Liam.
— Não estamos brigando, querida. – Liam, aproveitador, disse e pegou no queixo dela.
— Vamos descer, Noel. Você precisa se acalmar. – puxou-me pelo braço e nós descemos. Sentamos no bar da boate e pedimos umas doses de vodca. – Não fica irritado com seu irmão por minha causa.
— Não se preocupe, . Não briguei com ele só por sua causa. Briguei com ele porque ele é um idiota! – Respondi bebendo mais um gole. – Mas, vamos esquecer meu irmão... – eu disse e ela sorriu em aprovação. - Então, você e a Avery são bem amigas, né?
— Sim... ela é uma louca!
— Vocês brigam muito?
— Só quando ela tenta me empurrar para todos os caras que conhecemos. Isso me irrita um pouco. – bebeu mais um gole de sua vodca e se ajeitou no banco.
— Hum... E você não gosta de paquerar? – Perguntei.
— Não é isso... gosto, mas gosto de correr atrás dos meus paqueras, sabe? – Concordei. – Mas nunca encontro alguém que queira algo sério comigo. – Concluiu seu pensamento com um ar entristecido. Havia muito gelo a ser derretido no coração dela. – Enfim... me fala de você, Noel.
— Bem, eu gosto de paquerar mulheres lindas! – Olhei em seus olhos. – Você é uma mulher linda, !
— Obrigada, Noel! – Agradeceu, sem jeito. – Eu não me acho linda. Bonita, talvez. – Sorriu de leve e encarou-me.
— Pois saiba que minha experiência me diz que você é uma mulher linda.
— Convencido! – Brincou – Experiente quanto?
— Bastante. Nem queira saber o quanto, querida. – Sorri e bebi o último gole. – Vamos conversar lá em cima?! – O camarote estava vazio. Os outros devem estar na pista dançando.
— Por quê? – Gritou.
— Por isso! – Gritei de volta. – Para que a gente não precise gritar tanto. Vamos? – Levantei e estendi a mão.
— Vamos! – Segurei sua mão e fomos lá para cima. – Bem melhor agora.
— Com certeza! – Concordei e continuamos nossa animada conversa.





“Eu não sei o que é que me faz sentir vivo
Eu não sei como despertar as coisas que dormem dentro de mim
Eu apenas quero ver a luz que brilha atrás de seus olhos

☆Acquiesce, Oasis☆


A noite seguiu e ficamos ali conversando e bebendo. Horas se passaram e já estava quase amanhecendo, mas ainda estava escuro. bebeu tanto que passou mal. Eu a trouxe para o quarto do hotel onde a banda estava hospedada. Ela estava deitada na cama e eu ao seu lado fumando um cigarro. Ela despertou e ficou olhando o abajur que estava aceso e iluminava parte do quarto. Nossas roupas estavam no chão espalhadas e misturadas. Quando foi levantar, quase caiu, por causa da bebida ainda estava um pouco tonta. A segurei pela cintura e evitei que enfiasse a cabeça no chão.

— Opa! Cuidado, linda! – Alertei do perigo. Ela sentou-se na cama, coçou os olhos e me viu. – Está tudo bem?
— Noel? – Perguntou assustada. – Onde a gente está, Noel?
— Calma, ! Estamos no meu quarto no hotel da banda, perto da boate. Você passou mal por causa da bebida e eu a trouxe para cá. Fiz mal? – Fiz minha melhor cara de cãozinho abandonado. Aí, vocês perguntam “por que não a deixou num quarto sozinha?”. Primeiro, porque nunca deixaria uma mulher bêbada, passando mal, sozinha. Segundo, o hotel está lotado e não tem mais quartos. E terceiro, que eu só tenho a chave do meu quarto. ☺
— Não, Noel! Obrigada novamente..., mas, por que eu estou só de calcinha e sutiã? – Esqueci-me de explicar essa parte para ela.
— É que... – comecei a explicar. Eu estava totalmente sem jeito. – Bem, , a gente se beijou. Não lembra?
— Lembro. – Ela se lembra do beijo! Ótimo. Aos poucos foi lembrando-se de ter me beijado. E de passar mal. E de me jogar na cama, jogando-se em cima de mim. E de tirarmos as roupas. E de... sim, ela se lembrou de tudo. – Não precisa explicar. Lembrei-me de tudo que aconteceu ontem entre nós. – Respondeu, sem graça.
— Lembrou mesmo?
— Sim.
— E pela sua cara, creio que preferia esquecer-se de tudo, acertei? – Nem precisei fingir a carinha de cãozinho chorão. Realmente eu estava desconfiado de que ela não quisesse se lembrar.
— Não, Noel... eu não quero esquecer. Quero me lembrar dessa noite para sempre. Juro! Eu adorei!
— Seriously? – Perguntei esperançoso.
— Yes, Noel! Mas... sabe, tem algumas coisas que eu não me lembro direito. – Ela sorriu e nem precisou dizer mais nada. Eu entendi tudo que ela queria.

Aproximei-me dela, olhando-a profundamente. Fiz o mesmo que havia feito nas horas anteriores, só que melhor. Nos beijamos e fomos nos deitando. Eu por cima. Ela está por baixo. Passei a mão em seu rosto e retirei os fios de cabelo que atrapalhavam sua visão. Acariciei seu rosto e a beijei suavemente. Desabotoei seu sutiã e o retirei. Fiz o mesmo com minha calça. Dali para frente foi tudo diferente da primeira vez. Foi melhor. Mais intenso. Consciente. Perfeito, diria. Dormimos juntos e abraçados ao som de um dos CDs da minha banda. Acordei e fiquei observando-a dormir. Tão serena. Ela acordou e me encarou sorridente.

— Oi! – Disse, sorrindo com o olhar e acariciando seu rosto. – Agora você se lembra direitinho do que aconteceu? – Rimos.
— Sim. – Suspirou. – E agora. Noel?
— E agora que eu não conseguirei mais viver longe de você. É mais forte que eu. – Respondi convicto do que dizia. Realmente, eu estou envolvido. Sim, eu estou apaixonado. Foi mais rápido do que imaginei. Fulminante. – Nunca senti algo parecido por ninguém do que sinto por ti, . É uma atração muito forte... – Confessei, meio constrangido.
— Por mais incrível que pareça, eu sinto o mesmo por você, Noel. – Suspirei aliviado. Sorri radiante. – É forte e repentino demais para controlar!
— Que bom ouvir isso...
— E agora, hein?
— É agora que eu te peço em namoro, você aceita, eu beijo você e nós transamos de novo! – Gargalhei ao fim da frase. Ela se manteve séria.
— E quem te disse que eu vou dizer ‘sim’?
— Não vai? – Gelei.
— Vou pensar... isso me assusta um pouco, Noel... tudo assim tão rápido. – Confessou, encarando-me.
— Já pensou? – Perguntei afobado, ignorando sua apreensão.
— Sim. – Sorriu revirando os olhos.
— E a resposta é... – Ela, na verdade, estava desdenhando de mim. Ela já tinha uma decisão tomada.
— Eu aceito te conhecer melhor e namorar você, Noel Gallagher!
— Que bom ouvir isso! – Beijei-a – Eu vou te fazer feliz, . Seremos felizes juntos! Você vai ver.

E fomos felizes. Nos primeiros meses fomos um casal feliz, sem problemas. Planejamos um futuro para nós. Após esse tempo de namoro, eu comecei a demonstrar certo desconforto. O motivo tinha nome e sobrenome, o mesmo que o meu: LIAM GALLAGHER! O cafajeste do meu irmão virou o melhor amigo dela e isso estava me irritando pelo simples fato dele ficar dando em cima dela o tempo inteiro. O pior é que ela dava corda para ele. Pois, no dia em que eu perder a paciência, pegarei esta corda e o enforcarei. Liam e Taih até tiveram um rolo, mas não passou de duas semanas. Logo, ele havia arrumado outra e se esquecido dela. O ruim é que ela não se esqueceu dele. Filho da mãe... Bem, não sou só eu que tenho um ‘carma amoroso’. odeia a Meg, uma grande amiga. Amiga mesmo, juro! tinha me chamado para ir até sua casa para pedir desculpas pelo escândalo que ela fez no estúdio ontem, após me pegar lá com a Meg pendurada em meu pescoço. Sorte minha que ela não viu o beijo que Meg me roubou...
Antes da minha chegada, recebeu o infeliz do Liam em seu apartamento.

— Boa tarde, meu amor! – Ela achou que fosse eu, mas era a figura do meu irmão que se encontrava em pé à sua frente. – Liam? Oi! – Ela ficou constrangida, afinal estava com roupas curtas. Liam nunca a tinha visto naqueles trajes e se depender de mim nunca mais verá. Furo os olhos dele!
— Oi, ... estou atrapalhando? – Eu entendo o fato do meu irmão olhar maliciosamente para as pernas de uma mulher... CONTANTO QUE NÃO SEJA A MINHA!
— Na verdade, eu estava esperando seu irmão.
— Ah, sim, então eu volto outro dia. – Ele disse e foi saindo.
— Espera, Liam! O que houve? Parece-me triste. – Ele estava bem abatido e juro que eu não sou o responsável pela tristeza dele.
— Não. Não é nada, . Não se preocupe comigo. Você e o Noel precisam conversar. Não quero atrapalhar! – Atitude consciente, irmão!
— Não, Liam! Entra... o Noel pode esperar. – Posso é? – Você precisa de mim agora. – Não acredito que... ele entrou, sentou-se no sofá e abaixou a cabeça. ofereceu uma bebida. – O que aconteceu, Liam?
— Eu... , eu terminei com a Nicole. – Nicole é a moça que ele pegou após terminar com a Taih. Uma mulher estranha. Nunca gostou de verdade do meu irmão, mas ele, idiota, a achava gostosa. E só. – Descobri que ela me traía esse tempo todo.
— Oh, Liam... – aproximou-se dele, que estava chorando. A última vez que o vi chorar foi quando tinha dez anos e eu quebrei sua bicicleta sem querer. Ele não falou comigo por semanas. – Ela nunca te mereceu, Liam, eu sempre te disse isso!
— Eu sei, ... eu estou precisando de carinho e não de mais sermão, por favor... – Abaixou novamente a cabeça deitando-se no colo dela. Isso está me cheirando mal já...
— Don’t cry, baby! Liam... não chora! – Ela o abraçou e ele, aproveitador de quinta, foi levantando o rosto e aproximou-se do rosto dela. – O que aquela vadia fez para ti, meu amigo... – Na distração dela, ele se aproveitou para segurar em seu rosto e beijá-la. SUCKER (aproveitador) DE QUINTA! VOU MATÁ-LO! Ela não teve reação a não ser a de deixá-lo beijá-la. Foi bem nessa hora que eu cheguei e vi tudo: meu irmão e minha namorada se beijando. Que sujo! – Noel! – De imediato, empurrou Liam para longe dela.
! LIAM! QUE MERDA É ESSA? – Eu estava furioso. A ponto de matar o Liam ali mesmo.
— Noel, eu posso explicar...
— CALA A BOCA, LIAM! Não quero te ouvir... , o que está havendo? – Minha voz estava embargada, eu mal conseguia respirar.
— Noel, desculpa! Por favor, me perdoa. Eu não queria... O Liam chegou aqui triste, precisando de ajuda e eu não pude negar... – Ela tentava me explicar, mas eu não queria mais ouvir nada. Estava surdo de raiva.
— E precisava beijar ele? – Rebati.
— I’m sorry! Please, I’m so sorry, baby!
— SHUT UP! Já chega, ... chega! Não quero mais ouvir nada! Bem que me disseram que um dia você e o Liam acabariam me traindo... – Cego de raiva, eu disse sem pensar no que dizia.
— Não fala assim com ela, Noel! – Liam se pôs entre nós para defender ela. Ele odiava quando alguém gritava com a .
— Não se mete, Liam! Isso não é da sua conta.
— É sim! Não vou deixar você falar com a como se estivesse falando comigo! Ela é sua namorada e não sua irmã.
— Ah, Liam, não enche! Sai daqui! – Minha paciência com meu irmão era a mínima possível. O empurrei para longe. Ele revidou me dando um soco. – Ora seu...
— PAREM! Parem com isso agora! – estourou e se meteu em nossa briga e me segurou pelos braços.
— Me solta, . Não quero te machucar! – Eu estava respirando fundo para não meter a mão na cara do Liam.
— Não, Noel... eu sou sua namorada e amiga do Liam. Não vou deixar vocês dois se matarem! Para com isso!
— Solta ele, . Quero ver se ele tem coragem de me bater! – Meu irmão, sempre provocativo. Tentei me livrar do abraço da , mas ela me segurava forte.
— Para de provocar, William Gallagher! – Ela gritou e Liam desfez sua posição de ataque. Eu mantive a minha.
— Me desculpe, ... – Respondeu-lhe passando as mãos nos cabelos e andando de um lado para o outro. – É que eu não aguento mais ver este imbecil te deixando de lado ou por causa da Meg ou por causa do ciúme compulsivo que ele sente de mim. – Eu o olhava fixamente, com raiva. Muita raiva.
— E quem você pensa que é para se meter no meu namoro? Hein, Liam?
— Seu irmão! Não seja um bastardo, Noel! Nenhuma mulher aguenta homem ciumento e muito menos a competição com outra mulher. A não merece isso! – Enquanto ele dava seu discurso, eu respirava fundo. Bem fundo. – Será possível que você não vê que a te ama, o quão doce ela é...
— Você fala como se meu ciúme não tivesse o menor cabimento, mas você sabe que tem, Liam!
— Ela não vai te largar por minha causa, imbecil! Você não dá valor para ela. – ouvia tudo aquilo agarrada a mim. Em meio àquela fúria percebi que ela chorava. – Se ela te largar será por sua culpa!
— Não me faça rir, Liam, por favor! Você quer tudo que é meu e está fazendo esse circo todo só para me irritar.
— Não preciso fazer muito para te irritar, irmão. Você se irrita por qualquer coisa. Idiota. – Estourei e parti para cima dele, mas foi mais rápida e pulou em cima de mim.
ENOUGH! – gritou ela e nós quase caímos. Eu e Liam paramos e olhamos para ela. – Não aguento mais vocês dois! Saiam daqui agora! – Ela apontou para porta. – Saiam!
, espera... – Liam tentou acalmá-la, em vão.
— SAIAM DAQUI! – gritou novamente e chorou. Obedecemos e fomos embora.

Saímos da casa dela sem dizer nada. Nem olhei para cara do idiota do Liam. Antes de ir eu deixei um bilhete abaixo da porta da casa dela. No bilhete, pedia um tempo para pensar. Eu estava confuso, realmente precisava de um tempo para pensar e processar toda essa informação. Meu coração velho já deveria ter se acostumado com tantas mágoas, mas jamais se acostumou. Eu voltei para casa e fiquei lá mergulhado numa tristeza profunda. Enquanto isso, no apartamento da , ela também tentava processar toda aquela informação. Deitada em frente ao sofá, ela chorava pensando num jeito de me ter de volta. Assustou-se quando ouviu a porta se fechar, levantou e viu o semblante do Liam parado atrás do sofá. Eles se olharam. Liam se aproximou e a abraçou. Não disseram nada um para o outro, ele apenas acariciou os cabelos dela como eu fiz tantas vezes. Todas as vezes que brigamos o motivo era sempre ou o Liam ou a Meg. Esses dois são o nosso carma amoroso. Horas passaram e eles ainda estavam agarrados.
Não gosto disso.





“Eu quero amar você
Eu quero ser um homem melhor
Eu não quero magoar você
Eu só quero ver o que está nas suas suas mãos”

☆Better Man, Oasis☆


? ? – Ela havia dormido nos braços dele. Sorte a minha e, principalmente, do Liam, que eu apenas narrei esta parte. Se estivesse lá... Juro que o mataria! Preciso controlar meu ciúmes, eu sei ☺ — Hey, , acorda! – Ele a acordou. Ela o olhou com os olhos avermelhados de tanto chorar e sorriu de leve. – Oi!
— Oi! – Ela respondeu e voltou a se sentar.
— Está melhor?
— Não há como não ficar melhor com o seu carinho, Liam! -... nem vou comentar sobre isso. – Obrigada pelo carinho..., – yada yada yada (blábláblá) ... - mas eu amo tanto o Noel! – Ama é? Ah, minha !
— Ele é um idiota! – Ninguém te perguntou nada, William!
— Concordo... Ah, Liam, por que seu irmão tem ciúmes de nós? – Quer mesmo saber? Porque o meu irmão é um aproveitador descarado!
— Bem... eu entendo o ciúme dele. Eu... gosto muito de você, . De verdade! – Mais que cara de pau! Depois dessa eu paro de narrar essa porra...
— Liam, nós somos amigos. Só isso. Desculpa, sweet, mas eu não consigo amar outro homem que não seja o Noel. – Opa, a ouvi dizer que me ama??? Ok, voltarei a narrar. Ah, minha ! <3
— Não se preocupe, . Eu respeito você e o meu irmão, apesar dele ser um imbecil. – Ele beijou as mãos dela. – Acho que essa declaração foi um momento de carência. Sorry! – Idiota!
— Tudo bem, sweet! Oh, a Avery te ama, sabia? Ela sempre me pergunta por você. Por que não dá uma chance para ela? Para vocês dois, eu sei que gosta dela, seu bobinho. – É Liam, vai ficar com a Avery e deixa minha mulher em paz!
— Sério? A Avery é uma pessoa maravilhosa. Vou procurá-la depois. Será que ela ainda vai me aceitar?
— Vai sim, Liam! Vai com fé, sweet!
— Está bem. Eu já vou indo, , amanhã tem o último dia de gravações do cd. Não se esqueça, você é a nossa melhor fotógrafa!
— Ah, é verdade! Havia me esquecido... eu ia com o Noel daqui de casa, mas... enfim, pode deixar que vou estar lá bem cedo!
— Ok! Fica bem, ok? - Liam disse e deu um beijo no PESCOÇO dela. Ele quer mesmo levar uma surra! – Não vale a pena sofrer pelo imbecil do Noel. – Vou te mostrar o imbecil quando estivermos à sós... BASTARD!
— Ah, Liam, para de chamá-lo assim. Que coisa! – Defenda-me, vida!
— Está bem. Já parei... já vou, ok? – Despediram-se e ele foi embora.

Liam foi embora e a ficou em seu apartamento arrumando seu material fotográfico para o ensaio do dia seguinte. Já era 7AM quando ela começou a se arrumar. Meia hora depois, já na nossa casa, Liam me pediu o celular para ligar pra .

— Seja rápido! – Alertei meu irmão, entreguei-lhe o celular e voltei a me sentar no sofá. Gem, Andy e Alan estavam lá. Na verdade, haviam passado a noite para evitar que eu matasse o Liam de madrugada.
— Vamos ver se a mad está em casa ainda. – Disse Liam, ao discar o número dela e sorriu olhando para tela. Provavelmente, porque deve ter visto o número dela acompanhado de “Little Mad”, apelido que dei a ela. No celular dela, o meu número vem acompanhado de “My Chief”. Well... – Oi, Mad! – Ela finalmente atendeu.
— Liam? – Liam confirmou que era ele. – Oi! Bom dia, Liam, estou indo para o estúdio. Não se preocupe! – Creio que ela esteja aliviada de ter sido o Liam quem ligou e não eu.
— Não saia agora... estamos indo te buscar.
— Estamos?
— Eu, Gem, Andy, Alan e o idiota do “The Chief”... – Dei-lhe uma tapa pelo “idiota”. – Damn! Shit, Noel, stop with this (pare com isso)! – Ouvi a risada da do outro lado. – Você ri, né, ? Não saia daí, estamos indo.

Fomos buscá-la em casa. Liam dirigia; eu ia no banco do carona; Andy, , Gem e Alan atrás... rindo. Eles conversavam animadamente, principalmente ela e Andy. Eles viraram grandes amigos. Toda hora eu olhava pelo retrovisor. Teve uma hora que a percebeu que eu observava tudo e que eu não estava gostando do que via. Enfim os risinhos acabaram quando chegamos ao estúdio para finalizar as gravações.
Enquanto ensaiávamos, tirava as fotos que iam para o encarte do cd. Após isso, tiramos fotos em grupo e depois individuais. Na minha vez, não consegui olhar no fundo da lente da câmera. Vergonha, talvez; raiva, um pouco; mágoa, bastante. Saímos para as ruas e tiramos mais fotos. No metrô, estação de trem, ponte, no rio. Ótimas fotos! A fotografa muito bem. Na foto que tiramos na ponte sob o rio que corta Londres, eu a encarei de tal maneira que a deixou desconfortável. Expressão fechada, testa franzida e olhar de canto. Tiramos mais fotos e descansamos um pouco.

! Que saudades de você! – Andy disse, aproximando-se dela.
— Andy! Saudades também! – Respondeu-lhe, dando um forte abraço nele. Eles olhavam as fotos na câmara dela. Andy saiu para ver o que o Alan queria, pois ele o chamava. Ouvimos um barulho alto; quando virei para olhar, vi que vinha uma bicicleta desgovernada na direção da . Sua única reação foi jogar a câmera para frente. O cara veio e jogou a bicicleta em cima dela. – AI! – Ela gritou e eles caíram no rio gélido. Tirei o casaco que vestia e me joguei do alto da ponte direto no rio sem nem pensar antes. Não precisava pensar.
! ! Você está bem? – Retirei-a da água e coloquei na margem do rio deitada sobre minha perna. Ela tossia e eu perguntava se ela estava bem. – ?! Fala comigo, por favor!
! Fala alguma coisa! – Andy se ajoelhou ao meu lado.
— Eu estou tonta, mas estou bem!
— Ah, graças a Deus! – Soltei um grito de alívio.

Ajudei-a se levantar. Ela foi direto até o Gem que estava com sua câmera. Liam e Andy ficaram mimando ela. Eu queria fazer o mesmo, mas só eu. SÓ EU! Caramba, eu estou morrendo de ciúmes dela. Bem feito, Noel, quem mandou bancar o durão ciumento? Eu estava nervoso e fumava um cigarro atrás do outro. Eu tinha parado de fumar, mas não consegui resistir depois das cenas que presenciei ontem.
Well... resolvemos ir a uma cafeteria ali perto. Já era por volta de 13h. Encontramos a Avery. Ela e Liam ficaram conversando e finalmente se acertaram. Um a menos para me preocupar! Agora é só conquistar a de volta. Aproximei-me da rodinha formada por: Andy, Gem, Alan e ela e a puxei de lá.

— Quero falar com você, . Te espero na ponte. – Fui frio. Deixei-a sem graça, todos a olharam e pude ver que ela ficou vermelha de vergonha. Ela apenas levantou e veio até a ponte me encontrar. Eu já esperava encostado no muro da ponte com um cigarro na boca... – Oi! – Olhei rapidamente para ela e virei o rosto para o outro lado, soltando a fumaça que havia em minha boca.
— Vai fumar até cair morto no chão? – Repreendeu-me.
— Não. – Voltei a olhar para ela.
— Você não tinha parado de fumar, Noel?
— Sim. – Soltei mais fumaça pela boca, respirando fundo em seguida.
— Então, para de fumar! Mais que droga, Noel! Você quer se matar? Então, se joga da ponte, seu idiota! – Disse irritada e visivelmente preocupada comigo.
— Eu não quero me matar. Não antes de saber o motivo de você ficar grudada no Liam o tempo todo? Eu tenho ciúmes dele, sabia?
— Sabia... eu e a torcida do United! – Ironizou. Ela sabe que o time que mais odeio neste mundo é o Manchester United!
— É sério, ... Por que você dá corda a ele? Só isso que quero saber.
— O Liam pode até dar em cima de mim, mas se você confiasse só um pouquinho em mim não estaríamos dando um tempo. – Eu respirava fundo, tentando achar ar para mim. Tinha dificuldades para respirar. – Eu só quero ficar bem com você, Noel... eu...
— Eu te amo, ! – Juntei o pouco ar que me restou nos pulmões para me declarar àquela que mudou minha vida. Joguei o cigarro fora e segurei suas mãos frias. Ventava muito nessa hora. – Me perdoa? Eu sou um cretino idiota que não soube valorizar seu amor. – Abaixei a cabeça, soltei suas mãos e fui agachando aos poucos. Eu estava mal. – Eu... , eu não estou bem.
— O que você tem, Noel? Fala para mim! – Eu não conseguia falar. Ela estava nervosa e com medo de me perder... – Noel! Noel!
— Chama... Ajuda... Amor... – Eu disse e desmaiei nos braços dela. Ela me encostou no muro da ponte e chamou por ajuda.
— SOCORRO!! LIAM! ANDY! GEM! AVE! SOCORROOO! – Ela chamou e todos prontamente atravessaram a rua e vieram ajudar.
— O que houve? – Liam perguntou assim que me viu desmaiado.
— Ele passou mal. Acho que ele estava com dores no peito, falta de ar, eu não sei! Liam ajuda o Noel! – chorava desesperada. Avery abraçou-a.
— Noel? Noel? – Liam tentava me acordar, mas não tinha forças para isso. – Ah, de novo não, irmão! Acorda! Alan, liga para emergência! AGORA!
— O Andy está ligando.
— Pronto! A ambulância está vindo! – Avisou Andy.
— Noel... – ficou ao meu lado o tempo todo. Ela e Liam me acompanharam na ambulância até o hospital. – Liam, o Noel já passou mal antes e não quis me contar, né? Não mente para mim! – Ela é esperta e já tinha percebido que não era a primeira vez que eu desmaiava.
— Já. Ontem à noite. Achei que fosse perder ele...
— E por que não me contou, Liam?
— Porque ele não deixou! Você conhece o Noel e sabe o quão chato ele é. – Vou te mostrar o chato quando sair desta cama de hospital, bastardo! – Não quis nem que a gente chamasse um médico. – O médico que me atendeu foi falar com eles. – Então doutor, como meu irmão está?
— Ele está bem. Já está respirando melhor e sem grandes dificuldades.
— Ai, graças a Deus! – Agora foi a vez da Li respirar aliviada. Liam a abraçou.
— E quando podemos vê-lo?
— Agora mesmo. Me acompanhem, mas dois de cada vez. – Ordenou o médico. Todos foram ao hospital, então Li e Liam entraram primeiro. Eu estava, obviamente, deitado na cama com um tubo enfiado no nariz. Liam entrou e veio direto até a cama. se manteve parada na porta.
— Noel! Meu irmão, se me assustar novamente eu te mato, ok? – Ri da piada. Liam segurou minha mão. – ? – Liam a chamou. – Vem aqui, ! – Ela ainda estava encostada na porta, sua respiração era ofegante e quase chorando. – Vem, ! – Liam a chamou novamente e ela veio devagar e parou ao seu lado. – Vocês dois precisam conversar.
— Agora não é hora para conversar, Liam. O Noel precisa descansar. – ela deu-lhe um tapão no ombro. Eu ri. – Que ideia!
— A gente precisa conversar, . O Liam tem razão. – Manifestei-me, ofegante.
— Eu sei. Sempre tenho razão! – Gabou-se Liam dando de ombros.
Shut up, our kid (Cala a boca, ‘nossa criança’)! – Nós dissemos juntos e rimos.
— Ok! – Disse Liam também rindo.
— Vamos deixar para conversar quando você sair daqui. Odeio te ver assim, Noel.
— Tudo bem, . Sairei logo daqui. – Respondi sorrindo. – Eu te amo, ok? – Aquilo que era quase um choro, virou um. Ela apenas chorou e afirmou com a cabeça.

Eles saíram logo do quarto, pois a enfermeira chegou. Pelo pouco tempo que fiquei ao lado dela pude ver que todo o amor que ela tem por mim ainda vive e está mais forte. E o meu por ela também não se abalou nem um pouco.




Continua...



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Nota da autora: Ressuscitando minha fic com o Noel (cabeça de cuia) Gallagher que escrevi em 2010 e reescrevi em 2015. Espero que gostem <3








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